Amigos de Adriana Villela

18/02/2012

Apuração do assassinato dos Villela sofre nova reviravolta

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Laudo do Instituto de Criminalística diz que única prova material que ligaria filha de ministro à cena do crime é nula

17 de fevereiro de 2012 | 19h 57

Vannildo Mendes – O Estado de São Paulo

Um laudo de vinte páginas, produzido pelo Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Civil, jogou por terra a única prova material que ligaria a arquiteta Adriana Villela ao assassinato do pai, o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela. Assinado por quatro peritos, o laudo, encomendado pelo Tribunal do Júri de Brasília, diz que é nula, por total inconsistência técnica, a perícia oficial do Instituto de Identificação (II), que colocava a arquiteta junto com os assassinos na cena do crime.

Veja também:Delegada é acusada de pressionar réu no caso VillelaPolícia pede prisão da filha de ex-ministro Villela e delegada do casoFilha é suspeita em morte de ministro

Segundo a perícia do II, digitais da arquiteta colhidas pela polícia teriam datação entre 26 e 30 de agosto de 2009. Villela foi morto em casa junto com a mulher, Maria e a empregada do casal, Francisca Nascimento, em 28 de agosto de 2009. Eles receberam 73 facadas. A contraprova do IC, à qual o Estado teve acesso, diz que o método de datação usado “é experimental, não aceito legalmente como técnica forense e está eivado de vícios e inconsistências”, não servindo como prova.

O documento é taxativo: “Os peritos concluem que (…) o trabalho realizado pelo II não possui sustentação técnico-científica suficiente para tecer conclusões a respeito da idade do fragmento de impressão papiloscópica questionado”, atesta. Segundo o IC, há na metodologia do primeiro laudo “deficiências e dados inconsistentes” com a escala e precisão dos equipamentos utilizados. “Ainda não há metodologia capaz de determinar de forma razoável a idade de impressões”.

Para a defesa da arquiteta, não houve surpresa. “Eu sempre desconfiei que não passava de uma farsa para esconder a incompetência da polícia em desvendar o crime”, afirmou o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakai. “Houve má fé e indução ao erro no primeiro laudo”, enfatizou. Adriana admitiu ter estado na casa dos pais antes do dia 13 de agosto, não na data indicada pela perícia do II.

Kakai pediu rigorosa investigação da Justiça por acreditar que a delegacia encarregada do inquérito, a Coordenação de Investigação dos Crimes Contra a Vida (Corvida), interferiu dolosamente na produção de provas para confirmar a qualquer custo a tese de que Adriana é mandante da morte dos pais. A Defensoria Pública também pediu a investigação do caso, que será analisada pelo Tribunal do Júri.

O promotor de Justiça, Maurício Miranda, que denunciou Adriana à Justiça como mandante do crime, não se deu por satisfeito e pedirá explicações à Direção Geral da polícia. Ele admitiu que houve falhas no inquérito e que, ao final da fase de instrução do processo, vai reabrir as investigações para esclarecer dúvidas e indiciar outros possíveis cúmplices do crime, até agora de fora.

Segundo ele, a direção da polícia errou ao mandar fazer a contraprova no IC e alega que a defesa tira proveito dessa contradição para favorecer Adriana. “Ela estava na cena do crime e há fortes evidências de que mandou matar os pais porque tinha motivação financeira”, garantiu o promotor.

Marcado por uma sucessão de erros de investigação, o processo está em fase final de instrução no Tribunal do Júri. Além de Adriana, acusada de mandante, figuram como réus três autores materiais: Leonardo Campos Alves, ex-porteiro do prédio onde o casal vivia, seu sobrinho Paulo Cardoso Santana e um cúmplice, Francisco Mairlon Aguiar, que teriam dado as facadas nas vítimas. No início, eles alegaram que mataram para roubar, mas depois passaram a implicar a filha do casal.

Em 30 meses de idas e vindas, foram presas 14 pessoas, dez delas soltas por falta de provas. Acusados foram torturados para confessar culpa e até uma chave do apartamento do casal assassinado foi “plantada” na casa de inocentes para fabricar culpados. Até uma vidente foi incluída nos autos, com supostas mensagens psicografadas do ex-ministro apontando os criminosos. Adriana chegou a ser presa duas vezes e responde ao processo em liberdade.

Em depoimento prestado hoje, a delegada Deborah Menezes, que chegou aos criminosos ao seguir por conta própria uma pista passada por um ex-detento, disse que não tem como assegurar se Adriana está ou não envolvida no crime, porque ficou pouco tempo no caso e foi afastada pela direção da Polícia. Mas revelou que interrogou várias vezes Leonardo, que lhe garantiu se tratar de latrocínio.

“Cansei de perguntar se havia mandante e ele sempre disse que não”, relatou a delegada. Ela disse que citou nominalmente Adriana, indagando se ela esteve na cena do crime, ao que o criminoso respondeu: “Se ela entrasse lá, eu a mataria do mesmo jeito, porque ela é arrogante e atrevida”.

Depoimentos de peritos que fizeram a coleta de impressões no dia 31 de agosto de 2009, quando os corpos foram achados, já haviam revelado que, por “barbeiragem” de um iniciante, digitais colhidas na portaria foram misturadas indevidamente com as colhidas dentro do apartamento.

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,apuracao-do-assassinato-dos-villela-sofre-nova-reviravolta-,837325,0.htm, acesso em 17/02/2012.

08/02/2012

Delegada é acusada de pressionar réu no caso Villela

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Publicado em 03/02/2012, 20:55

Por Vannildo Mendes

Brasília – O advogado Geraldo Flávio Soares, militante de movimentos sociais de Montalvânia (MG), denunciou que a delegada Mabel de Faria, da Polícia Civil de Brasília, lhe propôs convencer o réu confesso Paulo Cardoso Santana a mudar o depoimento para incriminar a arquiteta Adriana Villela como mandante do assassinato do pai, o ex-ministro José Guilherme Villela, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Villela foi assassinado junto com a mulher, Maria e a empregada do casal, Francisca Nascimento, em agosto de 2009. Eles levaram 73 facadas e os corpos foram encontrados três dias depois no apartamento em que viviam, na Asa Sul, já em decomposição. O crime chocou pela brutalidade e chamou a atenção do País pela sucessão de atropelos cometidos pela polícia na investigação.

O caso passou por três delegacias diferentes, que produziram resultados distintos e está eivado de barbeiragens de investigação. Em 30 meses de idas e vindas, foram presas 14 pessoas, dez delas soltas por falta de provas. Acusados foram torturados para confessar culpa e até uma chave do apartamento do casal assassinado foi plantada na casa de inocentes para fabricar culpados. Até uma vidente foi incluída nos autos, com supostas mensagens psicografadas do ex-ministro apontando os criminosos. Mas era também uma farsa.

Respondem pelo triplo homicídio Leonardo Campos Alves, ex-porteiro do prédio onde o casal morava, seu sobrinho Paulo Cardoso Santana e Francisco Mairlon Aguiar, além da filha do casal, acusada pelo Ministério Público de ter encomendado o crime por motivos financeiros. Presos no final de 2010, Alves e Santana confessaram ter praticado o crime para roubar, mas meses depois passaram a incriminar a arquiteta como mandante.

O processo encontra-se em fase final de instrução para julgamento dos réus em júri popular. Dois depoimentos prestados hoje deram novo rumo à investigação, com testemunhos formais que indicam suspeita de reciclagem de depoimento dos réus. Conforme relatou o advogado, Mabel lhe perguntou se conhecia Santana. A seguir lhe pediu que explicasse ao réu as vantagens de assumir crime de mando (encomendado por mandante), cuja pena é menor, em vez de latrocínio (roubo com morte), que estipula pena de até 30 anos.

Soares disse que foi então à cela do preso, explicou os riscos de manter a versão original e descreveu o seguinte diálogo com ele: “Paulinho, a casa caiu. Se alguém mandou, entrega logo, fala tudo”. Ainda conforme o relato do advogado, o réu foi taxativo: “Não doutor, ninguém mandou. Eu e o Leonardo matamos. Não teve mandante”.

A revelação acabou provocando bate boca entre o promotor Maurício Miranda e o advogado da arquiteta, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakai. Irritado, Miranda interrompeu o depoimento, acusando Soares de cometer ato antiético ao violar segredo de confissão do cliente.

Kakai, também aos gritos, protestou contra a interrupção do depoimento, alegando que a testemunha trazia um fato relevante ao processo e deveria ser ouvido. “Imoral é uma delegada induzir alguém a distorcer a investigação de um crime”, devolveu. “Ela (Mabel) usou seu poder de persuasão, sua autoridade, para pedir algo criminoso ao réu”, explicou.

O defensor público Frederico Donatti considerou “muito grave” a denúncia do advogado e pediu investigação rigorosa do caso, por enxergar indícios de prevaricação no ato de Mabel. “É mais um fato grave que revela manifesta ilegalidade da delegada na condução do inquérito, enxovalhando as investigações”, criticou.

O delegado Renato Santos, de Montalvânia, que teria testemunhado a tentativa de reciclagem do depoimento do réu, será convocado para novo interrogatório. Pela assessoria, Mabel negou a acusação, mas se recusou a entrar em detalhes da conversa com o advogado.

O delegado Erivaldo Ferreira, que participou das primeiras diligências disse que Alves e Santana, inicialmente, sustentavam que cometeram o crime sozinhos. “Perguntei de forma incisiva se havia mandante e eles disseram que não. Depois citei nominalmente Adriana como suspeita e eles negaram”. O delegado não soube explicar porque depois de algum tempo na Delegacia de Crimes contra a Vida (Corvida), comandada por Mabel, para onde o inquérito foi desviado, os dois mudaram a versão.

A fase de audiências será fechada na próxima semana, quando serão interrogados os réus e a delegada Deborah Menezes, que fará o depoimento mais aguardado. Ela desvendou o triplo homicídio numa iniciativa pessoal, diante de falhas grotescas na investigação que transcorria na primeira 1ª DP e chegou aos assassinos, que gastavam o dinheiro do crime no interior de Minas enquanto a polícia se dispersava em pistas falsas em Brasília.

Agência Estado – Uma empresa do Grupo Estado – Copyright © 2012 – Todos os direitos reservados.

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/delegada-e-acusada-de-pressionar-reu-no-caso-villela, acesso em 07/02/2012

OPINIÃO, Comentários Clicabrasilia.com.br

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Humberto

Disse em:
05/02/2012 – 00:47

Até pessoas que não trabalham com investigação estão certos que a filha do casal não é a mandante do crime, desde o início o porteiro foi apontado pela Adriana como suspeito. Quando foi preso falou a diversos repórteres que não havia mandante. Depois que passou pra Corvida inventaram um argumento sem fundamento algum, seja material ou científico. Pior, insistem em condenar uma inocente. Isso é no mínimo ridículo.

Sobre a matéria: “Testemunhas da defesa de Adriana tentam (?) desqualificar a investigação”, publicada no JBr, em 04/02/2012.

http://www.clicabrasilia.com.br/site/noticia.php?id=388234, acesso em 07/02/2012

07/02/2012

Quatro testemunhas depõem no caso Villela

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Sáb, 04 de Fevereiro de 2012. 04:32:00.

CORREIO BRAZILIENSE | CIDADES (23)

Quatro testemunhas depõem no caso Villela

CRIME DA 113 SUL

Após 50 dias desde a última audiência de instrução, o Tribunal do Júri de Brasília retomou ontem os depoimentos das testemunhas de defesa. Quatro pessoas deram declarações referentes ao assassinato do casal de advogados José Guilherme e Maria Villela, além da empregada da família, Francisca Nascimento da Silva. O crime ocorreu em 28 de agosto de 2009 no Bloco C da 113 Sul. O esclarecimento mais importante foi dado pelo advogado Geraldo Flávio Soares. Ele disse que a ex-chefe da Coordenação de Crimes Contra a Vida (Corvida) Mabel Alves de Faria pediu para ele convencer Paulo Cardoso Santana (um dos réus) a assumir um crime com mandante, em vez de manter a versão de latrocínio (roubo com morte).

Geraldo atua nas cidades mineiras de Montalvânia e Montes Claros, onde o caso passou por uma reviravolta (leia Entenda o caso). No relato, ele disse não ter seguido a tal recomendação. “A delegada me perguntou se eu conhecia o Paulinho e eu disse que sim. Então, ela falou: ‘Doutor, conversa com ele e explica que assumir o crime de mando é mais benéfico que o de latrocínio. Eu não conversei com o Paulinho nestes termos, mas falei que, se tivesse mandante, era melhor ele entregar logo, mas ele respondeu: ‘Ninguém mandou’. Eu e o Leonardo matamos’”, contou o advogado.

Essa última declaração acabou retirada dos autos a pedido da defesa do réu e do promotor Maurício Miranda. Ambos argumentaram que a conversa entre Geraldo e Paulo Cardoso desrespeita o sigilo profissional em razão de a testemunha ser advogada. O juiz Fábio Esteves acatou a solicitação.

Geraldo acrescentou ter informado a delegada Mabel sobre o enriquecimento de um amigo dos réus Paulo e Leonardo Campos Alves. “Conversei com o delegado da região e ele tem certeza de que essa pessoa tem envolvimento nos assassinatos”, afirmou. O suspeito ainda teria escondido um carro em um matagal e, segundo o advogado, o veículo poderia ter sido usado no crime. “Eu falei para ela (Mabel) investigar, mas até onde eu sei ela nem apareceu no local onde estava o carro”, contou.

Miranda disse constar nos autos a investigação em relação ao automóvel. Não teria ficado comprovada aparticipação desse suspeito no crime. A delegada Mabel não foi encontrada ontem pela reportagem. Policiais da 3a DP (Cruzeiro), onde ela atua como chefe, informaram que ela está de férias.

Audiências Também prestou depoimento o delegado adjunto da 8a DP (SIA) Elivaldo Ferreira de Melo. O investigador disse que ouviu formalmente Leonardo Alves quando ele chegou de Montalvânia. Na ocasião, o ex-porteiro foi sempre coerente, tendo só alguns lapsos temporais. “Fui muito incisivo com ele quanto ao nome de Adriana (Villela), e ele negou todas as vezes em que foi perguntado.”

Uma amiga de Adriana Villela destacou o bom relacionamento dela com os pais. O último a falar foi o chefe da Seção de Investigação de Crimes Violentos da 8a DP, Sidney Pacheco. Ele disse que, assim que Leonardo e Paulo foram presos, o ex-diretor da Polícia Civil do DF, Pedro Cardoso, disse que 70% do triplo homicídio tinha sido solucionado e “só faltava encaixar a mandante”. A nova e a décima audiências serão na próxima segunda-feira e em 17 de fevereiro. O último deles contará com o depoimento da delegada Deborah Menezes, titular da 8a DP.

Entenda o caso

Reviravoltas e confusão

As investigações do triplo homicídio ocorrido na 113 Sul ficaram marcadas por várias reviravoltas desde as apurações iniciadas pela 1a DP (Asa Sul), chefiada, à época, pela delegada Martha Vargas. Em três meses de trabalho, houve cinco prisões e nenhuma prova do envolvimento dos então supostos acusados do crime da 113 Sul. Todos foram soltos. A delegada acabou afastada do caso e, em dezembro de 2009, a Corvida assumiu o caso por decisão da diretoria da Polícia Civil do DF. Dias depois, a corporação admitiu falhas na primeira fase. Em seguida, a principal suspeita passou a ser a filha do casal assassinado, Adriana Villela, 46 anos, que acabou presa duas vezes. Em meados de novembro do ano passado, a equipe de investigadores da 8a DP (Setor de Indústrias e Abastecimento) iniciou uma apuração própria, ignorando o trabalho desenvolvido pela Corvida. Os agentes partiram para Montalvânia (MG), onde localizaram e prenderam o ex-porteiro do Bloco C da 113 Sul Leonardo Campos Alves, 44 anos, e o comparsa dele, Paulo Cardoso Santana, 23. Após decisão da direção-geral da Polícia Civil, a 8a DP se afastou do caso, que ficou exclusivamente a cargo da Corvida.

http://www.tjdft.myclipp.inf.br/default.asp?smenu=noticias&dtlh=8418&iABA=Not%EDcias&exp=, acesso em 07/02/2012.

 

 

ISTO É INCRÍVEL!

Embora essa matéria esclarecedora tenha sido publicada no Correio Braziliense de sábado, dia 04/02/2012, já não é possível acessá-la em busca na internet, exceto pelo site o TJDF e de um blog, que a reproduziram. Como é isso? Algum tipo de “censura” política?

Os interessados em manter essa farsa construída com o apoio de uma imprensa irresponsável, em detrimento da segurança e do interesse público, se sobrepõe a direitos fundamentais do cidadão – direito à informação, à ampla defesa, a um julgamento justo, a não ser acusado sem provas, à honra, ao nome, entre outros. Ignoram solenemente diversos incisos do artigo 5o da nossa democrática Constituição Federal, de 1988.

Em nome do que todos queremos saber? Do “direito” a livre prática dos crimes de calúnia e de difamação pública?

Aos poucos, a verdade vem surgindo inexorável, feito a alvorada raiando. Esperamos a  investigação e a punição exemplar de todos os que tem se empenhado em obstruir o esclarecimento desse crime, partícipes da farsa orquestrada pela Corvida, com o apoio de tantos outros interesses escusos a solta em nossa cidade, para o terror dos cidadão de bem. Todos que somos vítimas de bandidos de todo tipo: assaltantes e “investigadores”, mais interessados em sua autopromoção pessoal pela farsa, do que pelo esclarecimento da verdade.

Para estes basta o trabalho de PARECER ter dado uma resposta à sociedade, o espetáculo, sem conteúdo ou relação com a realidade. Não importa se, para atingirem essa falsa aparência de eficiência, “precisarem” prejudicar inocentes e inocentar os verdadeiros culpados.

E ainda chamam isso de polícia?! do mesmo tipo da que faz terrorismo contra os cidadãos baianos para que sejam atendidas suas reivindicações políticas?! do tipo que faz chantagem com os homens públicos para obter todo tipo de cargos, vantagens políticas e pessoais?! que medo!!

Será que tem algo de podre nesse reino??!?? E olha que nem é a Dinamarca!

“Olhem bem”,  disse a criança que assistia ao desfile: “O Imperador está nú!”

17/12/2011

Ex-porteiro admite ter queimado provas de que esteve no apartamento

Filed under: Notícias — by amigosdeadrianavillela @ 16:04
CRIME DA 113 SUL: EX-PORTEIRO ADMITE QUE QUEIMOU PROVAS DO CRIME
A PEGADA DEIXADA PELO TÊNIS QUE O EX-PORTEIRO USAVA EM 28/08/2011: depoimento de LEONARDO PROVA QUE ELE ESTEVE DENTRO DO APARTAMENTO DURANTE O CRIME.
Assista à reportagem da Record, de 16/12/2011, que divulga video com depoimento de Leonardo na 8a DP, logo após sua prisão.

Assistam depoimento de Leonardo na 8a DP, em novembro de 2010, em que ele afirma ter queimado o tênis que estava usando, que deixou uma pegada no local do crime. Depois do trabalho de Corvida, que a qualquer custo tenta encobrir os fatos ocorridos a fim de incriminar inocentes anteriormente por ela denunciados, bem como evitar que venha a público seus graves erros e omissões nesse caso, o ex-porteiro e seu sobrinho Paulo, modificaram sucessivamente suas versões, ajustando-as as necessidades da  Corvida, em detrimento do esclarecimento da verdade. Em novas versões apresentadas por eles, em cooperação com a acusação mentirosa, Leonardo afirma que teria emprestado o tênis, uma das provas materiais de sua participação no crime, para o sobrinho Paulo, que já estava preso, acusado de outro homicídio em Minas Gerais (conforme nosso Código Penal, não importa se é um, dois ou três, a pena máxima que ele pegaria para o crime de homicídio que ele poderia pegar é de 30 anos). Já o porteiro Leonardo, conforme novas versões alteradas em que aponta existência de um mandante, imputando a inocentes os crimes por ele cometidos, foi denunciado pelo Ministério Público apenas por furto  qualificado!

EXIGIMOS APURAÇÃO DESSAS IRREGULARIDADES E JUSTIÇA!

AS PRÓXIMAS AUDIÊNCIAS DE INSTRUÇÃO ESTÃO MARCADAS PARA 5, 6 e 7 DE FEVEREIRO DE 2012,
não para 6 de janeiro, conforme afirma a reportagem.
Da mesma forma, Francisco Mairlon foi preso pela delegada Mabel, não pela delegada Deborah de Menezes, conforme afirmado pela Record.
Isso após a transformação dos depoimentos de Leonardo e Paulo, operados na Corvida, que tentam incriminar Adriana e colocar um terceiro envolvido no local do crime, no lugar de Leonardo.

14/12/2011

NOVAS AUDIÊNCIAS DE INSTRUÇÃO REALIZADAS

Filed under: Defesa,Notícias — by amigosdeadrianavillela @ 12:09

Leiam relato das audências de instrução realizadas entre 4 e 18 de novembro de 2011.

http://www.observatoriodedefesa.com.br/home/?p=1308

Novas audiências marcadas para os dias 15 e 16 de dezembro.

24/11/2011

Manifestação Familiar Pública em Defesa de Adriana – da Família Barberino Mendes, 18/11/2011

Filed under: Defesa,Depoimentos,Manifesto,Sobre a família — by amigosdeadrianavillela @ 20:25

2011-11-18 Manifestação familiar – documento editado para publicação (1)

Documento lido por Marcus Barberino Mendes, sobrinho de Maria Carvalho Mendes Villela e primo de Adriana, em 18/11/2011, nas Audiências de Instrução do processo, em que atua como Testemunha de Defesa, em nome de toda a família de Barberino Mendes, que, junto com a família Villela, têm sofrido com as acusações infundadas contra Adriana Villela e a falta de clareza no esclarecimento do que de fato aconteceu com nossos saudosos parentes e amiga:

Manifestação familiar pública em defesa de Adriana Villela

A família de Maria Carvalho Mendes Villela vem a público declarar seu apoio, solidariedade e confiança absoluta em Adriana Villela e na sua total inocência em relação à tragédia que vitimou seus pais, José Guilherme Villela, Maria Carvalho Mendes Villela e a empregada doméstica, Francisca Nascimento da Silva.

Repudiamos, veementemente, qualquer acusação de envolvimeto de Adriana com esses crimes bárbaros. Adriana é uma pessoa íntegra, detentora de princípios morais inquestionáveis, filha amorosa e com excelente relacionamento com toda a sua família. A morte dessas pessoas tão amadas por todos traz, ao lado do profundo sofrimento, o desejo de que seja feita justiça plena e o devido esclarecimento da verdade; não a construção de acusação infundada contra inocentes que, com uma falsa solução, tenta atender a uma pressão da sociedade, em detrimento do interesse público pelo real esclarecimento do caso.

A temerária atuação dos responsáveis pelas investigações deste crime afronta o estado de direito, fere os princípios da cidadania, da coexistência pacífica e da relação interpessoal, em que o amor prevaleça como valor maior em nossas vidas.

Reiteramos a nossa crença nas instituições brasileiras e esperamos que as autoridades à frente do feito persigam a verdade real dos fatos, atuando de forma imparcial e justa, não se olvidando que a verdadeira justiça a Maria Carvalho Mendes Villela, José Guilherme Villela e Francisca Nascimento da Silva pressupõe que os verdadeiros culpados sejam, sob o rigor da lei, efetivamente punidos.

Salvador/Brasília, 1º de novembro de 2011

Augusto Villela – Irmão de Adriana Villela

Carolina Villela Perche – Filha de Adriana Villela

João Luiz Barberino Mendes – Irmão de Maria Carvalho Mendes Villela

Célia Barberino Mendes Senna – Irmã de Maria Carvalho Mendes Villela

Mirian Mendes Mattos – Irmã de Maria Carvalho Mendes Villela

Valdemar Barberino Lago – Tio de Maria Carvalho Mendes Villela

Odorico Barberino Lago – Tio de Maria Carvalho Mendes Villela

Ricardo José Menezes Barberino Mendes – Primo de Adriana Villela

Kristian Menezes Barberino Mendes – Primo de Adriana Villela

Kristine Menezes Barberino Mendes – Prima de Adriana Villela

Max Mendes Mattos – Primo de Adriana Villela

Mônica Mendes Mattos – Prima de Adriana Villela

Tatiana Mendes Senna – Prima de Adriana Villela

Vladimir Mendes Senna – Primo de Adriana Villela

Luciana Mendes Senna – Prima de Adriana Villela

Regina Vera Menezes Lago – Prima de Adriana Villela

Marluce Cerqueira Carvalho – Prima de Adriana Villela

Márcia Mendes Mattos – Prima de Adriana Villela

Marcus Menezes Barberino Mendes – Primo de Adriana Villela

Sérgio Carvalho Mesquita – Primo de Adriana Villela

Marinaldo Carvalho – Primo de Adriana Villela

Eduardo Mesquita – Primo de Adriana Villela

Marcos Carvalho – Primo de Adriana Villela

BUROCRACIA E INEFICÁCIA – O sistema de investigação criminal no Brasil

Filed under: Para Refletir — by amigosdeadrianavillela @ 19:26
leiam artigo interessante:
http://www.observatoriodedefesa.com.br/home/?p=1290

O sistema de investigação criminal no Brasil – JUSNAVEGANDI – Elaborado em 10.2009

SAMI ABDER RAHIM JBARA EL JUNDI

AUTOR: Sami A. R. J. El Jundi – . Master of Science em Medicina Forense, Especialista em Toxicologia Forense, Coordenador do Curso de Especialização em Direito Médico da Verbo Jurídico, Professor do Master en Medicina Forense da Universitat de Valencia – Espanha

RESUMO: o autor faz uma análise do sistema de investigação criminal no Brasil, como parte do sistema maior de justiça criminal, utilizando como marco alguns crimes de grande repercussão nacional e não resolvidos até o momento. São discutidos aspectos relativos à adequação do sistema inquisitorial brasileiro às demandas da moderna investigação criminal, incluindo o treinamento de policiais, os recursos técnicos e periciais, a excessiva burocratização do inquérito policial e a limitada incorporação de tecnologia em nosso meio. No decorrer do texto, o autor aponta diversos recursos da moderna investigação criminal, não utilizados em nosso meio e tece considerações sobre o papel do assistente técnico na garantia real da ampla defesa do acusado.
Palavras-chave: justiça criminal, investigação criminal, Código de Processo Penal, perícia criminal, perícia médico-legal, inquérito policial.

Disponível em:

http://jus.com.br/revista/texto/13795/o-sistema-de-investigacao-criminal-no-brasil

Acesso em 14/11/2011

Leia também:

http://www.artigos.com/artigos/sociais/direito/o–sistema–acusatorio–e—seus—requicios—inquisitoriais.-1652/artigo/

19/11/2011

A VERDADE SURGINDO… “qual o limite para se buscar a verdade?”

Filed under: Depoimentos,Notícias,Para Refletir — by amigosdeadrianavillela @ 5:30

AUDIÊNCIAS DE INSTRUÇÃO, em 17/11/2011

 Da Redação – observatoriodedefesa.com.br

“até que limite iremos para buscar a verdade?”

Aos poucos a verdade começa a surgir. Em mais uma audiência hoje pela manhã noTribunal do Júri do Distrito Federal sobre o caso da 113 sul, um advogado de Montalvânia, Fabrízio Falcão Dornelas, depois de se comprometer a dizer a verdade, declarou que foi chamado na sua residência, por volta da sete da noite, pelo delegado da cidade no dia da prisão de um dos assassinos do casal Vilella e de Francisca, para ir até a delegacia, pois lá se encontrava preso Paulo… mais conhecido por “Paulinho”, de quem Fabrízio era advogado do réu em outro processo.

Lá chegando Fabrízio foi apresentado à delegada Mabel da Corvida, que disse a ele que o Paulo não queria falar com ninguém. Mabel então pediu a ele, que “convencesse o Paulo a confessar crime de mando e não de latrocínio , pois a pena seria menor, e que falasse a ele das vantagens que essa confissão iria lhe trazer”. Fabrízio foi bem claro na sua afirmação, o que deixou indiginado o promotor Maurício Miranda que imediatamente tentou desqualificar o testemunho da defesa. Dizendo que ele estava trazendo questões da privacidade do mesmo com o então seu cliente, Paulinho. Falando alto e no mesmo momento que a testemunha, Miranda se descontrolu. O advogado de Adriana tomou a palavra e em alto e bom som, afirmou que o advogado trazia ali um fato da “maior gravidade”. Segundo ele, essa afirmação deixava claro a atitude da então delegada da Corvida..

Depois de muito bate boca, o defensor público dos outros réus, afirmou que se tratava de apurar e esclarecer os procedimentos adotados pela doutora Mabel na condução do caso, e não de saber detalhes entre o acusado e o seu advogado.

Miranda, quase fora de si, insistindo em que aquela grave denúncia não deveria entrar nos autos, acabou declarando uma frase  carregada de significados “ até  que limite iremos para buscar a verdade”?  O curioso é que sendo um homem da lei e da Justiça deveria defender que a busca da verdade  e o esclarecimentos dos fatos não deve ter limites, pelo contrário, a verdade traz em si as prerrogativas de não se contentar em ser limitada ou violentada para  o bem da Justiça e de toda a sociedade. Logo em seguida a audiência foi suspensa para um intervalo de 50 minutos.

Advogado acusa Mabel de pressionar suspeito a confessar crime com mandante

Filed under: Notícias — by amigosdeadrianavillela @ 5:26

O advogado Fabrício Falcão Ornelas, que representava o réu Paulo Santana, em Montalvânia, acusou a delegada Mabel de Faria de pedir para ele tentar convencer o cliente a confessar um crime com mandante

Mara Puljiz

Publicação: 18/11/2011 06:32 Atualização: 18/11/2011 06:49

O clima esquentou entre os defensores dos acusados no crime da 113 Sul e os representantes do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT). Na quarta audiência de instrução realizada no Tribunal do Júri de Brasília, cinco testemunhas de defesa prestaram depoimento sobre o triplo homicídio. A oitiva mais controversa foi dada pelo advogado Fabrício Falcão Ornelas. Ele representava o réu Paulo Santana em Montalvânia (MG) e acusou a delegada Mabel Alves de Farias, chefe do inquérito na Coordenação de Crimes Contra a Vida (Corvida), de pedir para ele tentar convencer o cliente a confessar um crime com mandante. “Ela mostrou as vantagens da lei para ele admitir isso”, afirmou.

Os investigadores do caso acusam Adriana Villela de encomendar o assassinato dos pais, o ex-ministro José Guilherme Villela e Maria Carvalho Mendes Villela. Ao lado da empregada Francisca Nascimento da Silva, o casal morreu com 73 facadas em 28 de agosto de 2009 (leia Entenda o caso). Os corpos foram encontrados três dias após o crime, em 31 de agosto. Os advogados de Adriana sugeriram que o MPDFT abrisse um processo para apurar a suposta irregularidade cometida pela delegada Mabel. O Correio não conseguiu localizá-la ontem.

O promotor do Tribunal do Júri de Brasília, Maurício Miranda, argumentou que não há problema de a investigadora explicar os benefícios proporcionados pela lei para quem confessa um crime. A menos que ela tenha pedido para alguém mentir, o que não teria ocorrido. Miranda também questionou a idoneidade de Fabrício Ornelas. Ele é filho de ex-prefeito de Montalvânia (MG) e acabou condenado por improbidade administrativa ao falsificar um documento. Ele ainda responde a um processo por lesão corporal ao agredir um vereador da cidade.

Os embates entre defesa e promotoria continuaram após a audiência de instrução, finalizada às 18h. Para os defensores de Adriana, o processo ao qual Fabrício responde não o invalida como testemunha. A quinta oitiva do caso Villela continua hoje, com início previsto para as 9h. Ainda faltam ser ouvidas pelo menos oito testemunhas de defesa.

Amizade

O advogado Pedro Gordilho foi o primeiro a ser ouvido ontem. Ele era amigo do casal assassinado há mais de 50 anos e disse nunca ter ouvido Maria Villela fazer algum tipo de reclamação da filha. Segundo ele, a família era muito discreta. Gordilho foi questionado sobre o depoimento de um pintor, que revelou brigas frequentes entre mãe e filha por dinheiro. A defesa de Adriana perguntou se ele acreditava que Maria poderia ter confidenciado problemas da relação com o funcionário. “Acho irresponsável a declaração desse funcionário e inadmissível que ela tenha confidenciado alguma coisa a um pintor de paredes”, respondeu.

Gordilho retrucou também as informações prestadas pela delegada Mabel de que Adriana era inimiga dos pais. Ele garantiu que o casal acompanhava e valorizava cada conquista da filha. “Tenho absoluta certeza de que Adriana é 100% do bem. Esse tipo de pessoa não pratica crime, muito menos contra os próprios pais”, defendeu.

Outro amigo de Adriana, Francisco das Chagas Leitão, também prestou esclarecimentos. Ele disse que, no dia do crime, a acusada marcou presença em um seminário — ele participou do encontro e saiu por volta das 18h20. Segundo Francisco, nesse horário, a amiga continuava no local. A declaração contrapõe a informação de que a filha dos Villelas estaria na cena do crime na data do triplo homicídio.

Em seguida, Regina Batista Lopes contou que sofreu constrangimento com o mandado de apreensão cumprido na casa dela. Segundo a testemunha, os policiais da Corvida a coagiram, colheram digitais e a colocaram em uma sala para reconhecimento. Em nenhum momento, segundo ela, explicaram sobre o que se tratava. Regina chegou a ser indiciada pela polícia e teve um mandado de prisão solicitado, mas o pedido acabou negado pela Justiça por falta de provas.

O delegado da 8ª Delegacia de Polícia (Setor de Indústria e Abastecimento) José Roberto Soares Batista prestou o último depoimento do dia. Foi ele o responsável pela tomada do primeiro esclarecimento dado por Leonardo Campos Alves e Paulo Santana, dois dos três acusados de executarem o crime. Revelou apenas que Leonardo não apontou mandantes para o triplo homicídio.

Censura

O advogado de defesa de Leonardo Alves informou durante a audiência que vai pedir segredo de Justiça para o caso. Frederico Donati questionou a cobertura da imprensa. “Está sendo extremamente parcial e eventuais jurados estão vendo as notícias e visualizando um posicionamento unilateral. Se continuar assim, ao meu ver, a melhor defensiva, e eu não vejo outra alternativa, é calar a imprensa”, argumentou. A defesa de Adriana Villela foi contra o cerceamento.

Disponível em: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2011/11/18/interna_cidadesdf,278978/advogado-acusa-mabel-de-pressionar-suspeito-a-confessar-crime-com-mandante.shtml, acesso em 19/11/2011.

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