Amigos de Adriana Villela

27/08/2011

Dois anos do caso Villela – Jornal da Comunidade, 27/08/2011

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Redação Jornal da Comunidade

 

Advogado de Adriana, Kakay aponta irregularidades nas investigações do casoAdvogado de Adriana, Kakay aponta irregularidades nas investigações do caso

Neste domingo (28) o assassinato do advogado José Carlos Villela, de sua mulher, Maria Villela, e da funcionária Francisca Nascimento da Silva completa dois anos. Para o advogado de defesa de Adriana, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, a investigação já começou mal. “Na 1ª DP houve falhas, houve distorções, só que a intenção parecia ser a busca dos verdadeiros culpados, sem má-fé”. Para ele, o problema começou de verdade quando a investigação, por determinação do promotor do Tribunal do Júri, Maurício Miranda, passou para a Corvida. “Na Corvida, sob o comando da delegada Mabel de Faria, a coisa mudou: Adriana foi eleita a suspeita número um e as investigações se concentraram nela. E houve de tudo: manipulação de depoimentos, sumiço de provas, pressões, numa investigação claramente parcial”. De fato, há muitos obscuros. Por exemplo: uma conhecida de Adriana, Regina de Luna, foi indiciada como cúmplice dela, com base num engano, a confusão feita entre ela e uma prima de Adriana, Fernanda Villela, e na exclusão de e-mails que mostravam que ela e Adriana não eram íntimas; a vidente Rosa Maria Jacques, que levou a polícia a falsos suspeitos, embora não conhecesse Adriana, foi considerada pela delegada Mabel cúmplice da filha dos Villela, para desviar a atenção da polícia dela. Enfim, há uma enorme zona de sombras no caso, e a Corvida continua investigando, apesar do encaminhamento do relatório complementar, em tese encerrando o inquérito com o pedido de condenação de Adriana, Leonardo, Paulo e Francisco. Para Kakay, o mais grave é que a delegada Mabel omite informações importantes da defesa, inclusive uma prova considerada fundamental: a quebra do sigilo telefônico de Leonardo, que pode desmontar toda a tese da delegada Mabel para condenar Adriana como mandante, já que ela se baseou na afirmação do ex-porteiro de que a filha do casal Villela o contratara numa ligação para seu celular. 
“Todos os indícios em que se basearam os policiais para indiciar Adriana, e o Ministério Público para denunciá-la, já caíram por terra”.

 

Instrução

A fase de instrução, que vai determinar se o caso vai ou não para o Tribunal do Júri, ou se retorna à Corvida para mais investigações, foi adiada por três meses pelo Tribunal de Justiça do DF, por cerceamento da defesa. “Nós, da defesa de Adriana, somos os primeiros a querer que comece a instrução, para acabarmos logo com essa situação. Mas, o primeiro direito do cidadão é saber exatamente qual é a acusação em todos os seus limites e ter acesso, em nome do devido processo legal, de ampla defesa e do contraditório a todas as provas produzidas. Só a defesa técnica, o advogado, pode decidir se tal ou qual prova é boa para a defesa. O MP e a polícia não podem juntar só o que eles consideram importante.”
“De qualquer forma, o momento agora é outro. Saímos das delegacias, dos interrogatórios intermináveis e repetidos, dos vídeos que desaparecem. Agora é com o Poder Judiciário, a instrução vai acontecer diante de um juiz independente e sério, com as pessoas sendo ouvidas sob o crivo do contraditório, sendo obrigadas a dizer a verdade, interpeladas pela defesa, diante da mídia, e isso muda tudo”, disse.
Kakay garante que todas as supostas provas ou indícios contra Adriana serão rigorosamente demolidos na instrução. “Vamos demonstrar que se trata de uma investigação parcial, sem fundamento, que se propõe a condenar uma inocente”, disse. E cita um flagrante absurdo: a diarista da casa, Guiomar Barbosa, de 72 anos, procurou a Corvida para dizer que tinha visto, na segunda-feira após o crime, o ex-porteiro Leonardo na guarita da portaria, com o porteiro Marcos. “A delegada Mabel mandou prender Guiomar por que ela estaria a serviço de Adriana, procurando desviar a atenção da polícia, apontando para um inocente. E quem era o inocente? O ex-porteiro Leonardo, que depois outra delegacia descobriu, à revelia da Corvida, que era o principal autor do crime”. Kakay faz questão de lembrar que a polícia de Brasília é competente e séria, e que o trabalho feito pela Corvida neste caso é uma exceção.
“Estamos esperando que a Corvida nos dê acesso a todas as provas para estudá-las, e ansiosos para que a instrução se inicie, mas de forma que possamos ter direito amplo ao contraditório, e, com certeza, vamos desmontar a história fantástica montada para incriminar uma inocente.”

Disponível em: http://comunidade.maiscomunidade.com/conteudo/2011-08-27/politica/6354/DOIS-ANOS-DO-CASO-VILLELA.pnhtml, Acesso em 27/ago. 2011.

04/04/2011

Ilustração, CASA.COR

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para não dizer que eu não falei de flores... CASA.COR, Adriana Villela, 01/04/2011

11/02/2011

Parabéns Dioclécio! – Luiz Fernando Cosac

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Parabéns ao Dioclécio Luz pela brilhante matéria em defesa de Adriana Villela.

Sou amigo de Adriana a mais de 15 anos, fui seu vizinho e tivemos um contato muito próximo. eu sempre a defendi e nunca acreditei no seu envolvimento nesta tragédia.

Nando Cosac

31/12/2010

Videos da Manifestação de Apoio no Café Martinica, 14 dez. – by Priscilla

http://www.youtube.com/user/prienjoy?email=share_video_user

Assista no Youtube videos gravados no dia 14 dez. 2010 no Café Martinica.
Amigos se reúnem… Duo violino e contrabaixo, Daniel Cunha e Antoine Espagno
preenchem o ar que respiramos com o carinho de sua música divina…

26/12/2010

Amor no canto dos pássaros… – Turyna

Filed under: Depoimentos,Produção Artística e Profissional — by amigosdeadrianavillela @ 15:14

Se ainda assim não o amor no canto dos pássaros não se fizer ouvir, imagine só: são mais de muitos pássaros que cantam aqui e ali nos galhos de uma árvore de uma superquadra da asa norte, pertinho do burburinho da W3, que quase nos faz esquecer de escutar o canto… das bençãos infinitas do azul do céu …”sobre nossas cabeças, dentro de nosssas cabeças”… dentro e fora de cada um de nós…

08/12/2010

Entrevista com Adriana ao JBr: “Eles agem de forma criminosa”

Filed under: Produção Artística e Profissional — by amigosdeadrianavillela @ 4:25

Publicação: Terça-feira, 07/12/2010 às 07:43:08
Adriana Villela desabafa: ” Eles agem de forma criminosa”
Carlos Carone
carone@jornaldebrasilia.com.br

Apontada pelo Ministério Público e por investigadores da Coordenação de Investigação de Crimes Contra a Vida (Corvida) da polícia como a mandante do triplo homicídio da 113 Sul, a filha de José Guilherme Villela e Maria Villela, que foram assassinados com a empregada Francisca Nascimento Silva, a filha, Adriana concedeu entrevista exclusiva ao Jornal de Brasília e falou sobre o andamento das investigações.

A arquiteta fez uma série de denúncias sobre o trabalho desempenhado pela Corvida. Ela contou ter sofrido tortura psicológica durante os depoimentos prestados na divisão e disse que a polícia não busca solucionar o crime e sim procurar, de qualquer maneira, ligá-la ao crime, ocorrido em 28 de agosto do ano passado, no apartamento 601/602 do bloco C.

Adriana afirmou que jamais teve qualquer tipo de contato com o ex-porteiro Leonardo Campos Alves, que confessou ter participação no crime e a acusou de ser a mandante do assassinato dos pais e da principal governanta da família. Adriana também revela que jamais pediria que a polícia investigasse um homem que, de acordo com as investigações, teria sido contratado por ela para cometer o crime. “Acho meio surreal eu pegar um telefone e ligar para um porteiro e perguntar se ele gostaria de forjar um assalto à casa dos meus pais”, disse a arquiteta, que cumpriu prisão temporária no Presídio Feminino.

Depois de ser indiciada e ficar presa por um mês, como você analisa o desenrolar das investigações?

Houveram diversas etapas na investigação. A primeira delas na 1ª DP (Asa Sul), uma segunda numa comissão que foi formada pela Delegacia da Asa Sul, além da Corregedoria da Polícia Civil e a própria Coordenação de Investigação de Crimes contra a Vida (Corvida) e a última que ficou definitivamente com a Corvida. Na primeira etapa, o que eu considero um erro gravíssimo foi a metodologia de querer divulgar tudo na imprensa. Nessa fase, tudo foi baseado muito em denúncias anônimas e não em investigações técnicas. Houve uma forte exposição do que estava sendo investigado, além da minha família e de um patrimônio que não corresponde à realidade. Tudo isso foi muito grave.

E na etapa seguinte?

Na segunda etapa houve o erro que acabou provocando que o Ministério Público agisse. Uma denúncia dava conta que a delegada Martha (então chefe da 1ª DP que iniciou as investigações) havia pego documentos sem mandado de busca e apreensão no escritório de advocacia do meu pai. Então por conta disso, nós fizemos uma denúncia no MP e, em razão desse fato, foi determinado que o caso fosse para a Corvida. A polícia, naquela época, entendeu que a delegada Martha deveria permanecer na investigação, mas houve um forte conflito entre ela e a delegada Mabel de Faria, da Corvida. Eu acredito que isso ocorreu em razão da manutenção da prisão das pessoas presas supostamente com a chave do apartamento.

E depois?

A delegada Martha então saiu do caso e a Corvida assumiu. Nós (a família Villela) vimos isso com bons olhos, porque estávamos esperançosos de que a Corvida teria maior capacidade para levar as investigações de forma mais técnica. Entretanto, foi adotada uma linha única de investigação em torno de uma pessoa inocente, que sou eu. Não estão investigando nada, além disso. O que me assusta é que isso continua a acontecer mesmo depois de passar mais de um ano insistindo numa tese furada e justamente quando surgem os verdadeiros assassinos dos meus pais. Eles sim são autores confessos e com motivos para terem feito isso, declaradamente dizendo que eu não tinha nada a ver com o crime. Me assusta perceber a insistência da Corvida em sustentar uma hipótese falsa, que eles haviam elaborado com esse grau de crueldade, que é associar uma vítima de crime aos verdadeiros assassinos.

Então você acha que a polícia está tentando te incriminar?

Eu acho que inicialmente a delegada Mabel viu uma oportunidade, neste caso, de grande visibilidade e repercussão na imprensa para se promover profissionalmente. Mas não da forma adequada de se promover, que é de tentar fazer um bom trabalho. Eu sinto que ela quis dar qualquer resposta e que essa resposta parecesse verdadeira. Ouço dizer de muitos advogados que acompanham casos criminais que é muito comum que a polícia no Brasil, ao ter um homicídio sem autoria, eleja uma pessoa para construir provas contra ela. Como isso está acontecendo comigo sinto que isso procede. A delegada encontrou uma oportunidade de fazer isso a partir de uma carta em que minha mãe brigava comigo e que não significa o que ela quer sustentar. Principalmente pelo fato de depois desta carta minha mãe ter escrito várias outras cartas, mostrando que não havia briga e sim desentendimentos, o que é normal em qualquer família.

http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/resultado_busca.php, consultado em 07/12/2010.

06/12/2010

Eles passarão… eu passarinho – ilustração de Adriana Villela, 2002

Filed under: Produção Artística e Profissional — by amigosdeadrianavillela @ 2:58
ilustração de Adriana Villela  (Turyna Shola) para o Guia Lótus, 2002

Como talvez dissesse a minha mãe: "eles passarão, eu passarinho"... (Mario Quintana)

03/12/2010

pontes e peixes sobre.vivos em nossa memória – Adriana Villela

Filed under: Depoimentos,Produção Artística e Profissional — by amigosdeadrianavillela @ 16:22

Hoje, lá de dentro do jornal local, surge uma ponte no tempo para o dia 15 de dezembro de 1962.

Ponte feita de memória e de saudade, embaixo dela tem um espelho d´água cheio de carpas vermelhas, brancas, com pontinhos pretos. Iguais àquelas que também nadavam submersas nas águas do Restaurante do Hotel Nacional, Tambaú? Não… Fugiu-me o nome, depois volta.

Não importa: olhar o nado das carpas foi uma das atrações da infância candanga preservada na memória. Como também era subir e descer correndo todas as escadas em frente ao marco do mesmo hotel e em frente a outro, que fica entre a parte de baixo da Torre de TV e a antiga fonte luminosa.

Ao som da Jovem Guarda: “essa garota é papo firme, é papo firme, é papo firme… e só anda de mini-saia”… as águas bailarinas azuis e rosas encantavam os olhos de meu pai, encantado de minha jovem mãe. Filhinha de bota e saia branca pela mão.  Ponto de encontro em cada noite de domingo.

Não sei de colocar o sentimento dentro da palavra: palavra de poeta. Palavra que não sou: sou o sentimento dela?

A coincidência aleatória que me carregou noite adentro assim, pela fresta da memória, levou no tempo, foi o dia publicado. Dia que era 15, que era de dezembro, que por acaso ainda era  de 1962! Um dia antes de eu poder ter tido qualquer lembrança no tempo: faz parte da minha história mesmo assim.

No dia em que agora sei ter sido inaugurada a tal Igreja Memorial Batista de Brasília da 905 Sul, onde tantas vezes fomos levados pelas professoras do Pequeno Príncipe[1] a assistir o baile aquático dos peixinhos vermelhos do espelho d´água, reencantado sob as pontes em pequena memória, também foi celebrado o casamento de meus pais. Com franciscana simplicidade, em outra Igreja de uma recém-inaugurada Brasília de poucos habitantes,  a Santa Rita de Cássia,  na 609 Sul.

É tão pertinho uma da outra, perto um momento do outro, que a foto publicada desse espelho d´água da igreja, que só quem estudou no Pequeno Príncipe poderia reconhecer, levou-me perto de assistir a cerimônia de casamento de meus pais nessa outra Igreja. E essa saudade enorme diante de meus avós e de meus pais, que ainda não sabiam que iriam ter dois filhos: Adriana, que vos fala, e Augusto, que nos escuta. Além de duas netas lindas, Carolina e Sofia e tudo o mais.

Dois jovens apaixonados, modernos, aventureiros e bem dispostos a construir uma vida juntos. Uma vida que trouxe muita alegria a todos nós que tivemos o prazer de partilhar de sua dedicação amorosa. Dia 15 de dezembro deste ano, minha mãe e meu pai fariam 48 anos de bem-casados… “Onde você estiver não se esqueça de mim”

Igreja Memorial Bastista de Brasília, 1962

 

15/12/1962 em Brasília, Casamento de José Guilherme e Maria Carvalho Mendes Villela

 

Com amor e saudade sem idade…

Nanana


[1] Onde hoje ainda funciona (nem tão) “nova” Escola Canarinho, na 905 Sul.

02/12/2010

25/11/2010 Informante diz que foi ameaçado e coagido

Filed under: Notícias,Produção Artística e Profissional — by amigosdeadrianavillela @ 1:17

Atualizado em: Quinta-feira, 25/11/2010 às 07:42:46

Carlos Carone
carone@jornaldebrasilia.com.br

O informante da Polícia Civil que ajudou a identificar dois dos suspeitos de participar do triplo assassinato transformou-se em uma das testemunhas do Ministério Público para apurar supostas transgressões no trabalho da polícia durante a apuração do triplo homicídio da 113 Sul. Em entrevista exclusiva ao Jornal de Brasília, o homem, que foi posto em liberdade após cumprir quase dois anos de prisão pelo crime de tráfico de drogas internacional, voltou a afirmar que foi ameaçado e coagido por investigadores da Corvida para que desmentisse sua primeira versão apresentada em depoimento na 8ª DP. Caso contrário, ele seria obrigado a voltar para o regime fechado na Papuda. O informante revelou que jamais foi alvo de qualquer tentativa de suborno e que chegou a ser grampeado pela Polícia Civil durante uma ligação que fez para a filha de Leonardo Campos em que ela conta que seu pai estava em poder de dólares e joias roubadas, após o crime cometido na casa dos Villela.

Quando foi que você prestou seu primeiro depoimento à polícia? Por quem você foi levado para a delegacia?
Foi em outubro do ano passado. Eu fui espontaneamente até a 8ª DP pelo fato de ela ficar próxima ao  Centro de Progressão Penitenciária (CPP). Fui registrar uma ocorrência de extravio e naquele momento passava uma reportagem na televisão sobre o caso. Falei com um agente que gostaria de falar com a delegada e deixei meu número de telefone. Depois entraram em contato comigo.

E quem colheu o seu depoimento?
 Foi o chefe de polícia. O nome dele não me recordo. Ele era alto, tinha cabelo grisalho. Tinha outras pessoas com ele. A delegada Deborah também estava, mas não foi ela que ficou à frente do depoimento.

E ocorreu algo de diferente neste depoimento?
Pediram para eu ligar para a filha do Leonardo. Mas antes disso instalaram algum tipo de gravador em mim para que a conversa fosse registrada. Perguntei para ela se o pai dela ainda estava com os dólares e ela disse que sim. Acho que pediram isso para ter certeza da história que eu tinha contado, sobre o meu contato com os filhos do Leonardo.

E o que especificamente o filho do Leonardo  disse na cadeia?
Logo três dias depois de chegar na cadeia, ele comentou que o  pai dele e um outro cara tinham cometido o crime. Ele contou detalhes, mas não me interessei. Ele achou que eu não tinha acreditado e pediu para que a irmã confirmasse tudo quando ela foi visitá-lo.  

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/impressao.php?id_noticia=311238&acao=OK, consultado em  1/12/2010

01/12/2010

16/11/2010 Video do Jornal da Globo – Zé Cassago

Filed under: Produção Artística e Profissional — by amigosdeadrianavillela @ 23:53
Aqui vai o link pro vídeo da primeira boa notícia dada ontem pelo Jornal da Globo já no youtube.
Como tava chovendo, a imagem tá ruim mas dá pra entender tudo.
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