Amigos de Adriana Villela

30/06/2012

Jornais amarelam, jornalistas não! – TT Catalão, Revista MeiaUm

Filed under: Notícias,Para Refletir — by amigosdeadrianavillela @ 12:13

 

Jornais amarelam, jornalistas não!
TT Catalão

Publicado em Meia Um, Jun.2012, n.14 

 

Nem tudo o que está impresso é jornal, pode ser só tinta borrada de omissão

Texto TT Catalão ttcatalao@gmail.com

A luz queima as folhas daquela edição histórica. O papel do jornalista, hoje, não é só papel. Novos suportes pedem outras narrativas que utilizam diferentes linguagens. Mas a base é uma só (como cantou Tom a letra de Newton Mendonça): crédito se refaz com simples reposição de grana, já a credibilidade exige cultivo diário e coerência permanente. Para contar a história do jornalismo em e de Brasília ainda não surgiu uma obra com a disposição de mexer nas relações do e com os poderes.

A promiscuidade entre fonte e jornalista sempre resulta no plantio da manchete (que até não deixa de ser verdadeira) tratada, desidratada, embalada, para atingir alvos específicos sem ferir o pacto sombrio entre quem ofereceu o furo e quem o trabalha nos devidos fins. Brasília eternizou a frase “não existe almoço grátis” e “aqui, no poder, não há relação entre pessoas, mas entre cargos e cacifes”. Isso gerou uma tensão contínua entre quem tenta ser independente e o quanto se perde o emprego pela tentativa. Honrada, sempre.

A “parada de fracassos” dos movimentos autônomos da capital em busca de uma imprensa realmente digna da sua missão já tem mais história que reflexão produzida sobre essa trajetória. Não precisa ser uma disciplina na faculdade. Nem virar tese robusta para uma enciclopédia. Bastaria, talvez, um pouquinho de senso provocador para tentar alinhar os períodos da imprensa dita brasiliense ou feita no território da capital para descobrirmos importantes pistas na própria história do jornalismo nacional. É um local complexo este aqui. Coberturas nacionais e locais tendem a distinguir e dividir profissionais como se um fosso (principalmente salarial) delimitasse a competência com base na projeção externa ou interna.

Há um óbvio trânsito diferente na estratégia, na formação e no desempenho de quem atua para dentro ou para fora, mas há um só organismo permeando a mobilidade e o tônus desse profissional: a própria cidade. E no fundo essencial sempre haverá um só jornalismo. Fora desse contexto não podemos nem catalogar o “mau jornalismo”, pois se ocorre a perda da essência no sentido de um serviço comprometido com a busca da verdade, nem jornalismo é, vira um negócio ou uma jogatina como outra qualquer.

Creio que a última tentativa mais organizada de tocar na tal complexidade foi com a publicação Jornalismo de Brasília: impressões e vivências, coordenada pelo Sindicato de Jornalistas Profissionais em 1993. Uma capinha horrível (marrom para provocar a imprensa da mesma cor), mas de uma pulsação, digamos, romântica, que é a marca dos anos mais febris da cidade na política e na cultura. Publicado como ensaios, sem nenhum rigor acadêmico, o trabalho revisto hoje dá pistas (oferece um pré-roteiro) da tal complexidade não só de um jornalismo feito a partir de uma Brasília (e suas pautas, geralmente clichês do que se possa entender como “coisa de Brasília”) e um jornalismo feito com a linguagem de quem assumiu a mestiçagem do conviver com as muitas Brasílias. E aí não pode faltar o choque cultural do nosso caldeirão antropófago.

Confesso que fui remetido ao tema não por nostalgia ou esclerose emotiva, mas pela evidência simples de que não estamos pensando no que fazemos. E assim repetimos, como farsa, o que não deveríamos. Perdemos a autocrítica e alimentamos fantasminhas nada camaradas para criarmos muros e guetos entre gerações como se estivéssemos em trincheiras opostas ou a existência de um talento fosse ameaça ao nascimento de outro. Tudo isso foi provocado durante a cerimônia de sepultamento do jornalista Fernando Lemos e por ver que havia uma trajetória muito original entre os protagonistas desse processo, idêntico ao processo da construção física da cidade (pelo brutal trabalho do candango): enquanto se faz, a gente se constrói. Talvez por isso que a cidadania só se dá a quem se doa.

Fernando, entre todas as contradições naturais e inerentes do humano, provocou alguns momentos com grande chance de servir para marcas distintas do jornalismo brasiliense em diversos períodos. Principalmente por estar profundamente envolvido nos caminhos do Correio Braziliense, não há como excluí-lo de um estudo sobre o tema. Acordei para o livro do Sindicato ao perceber que os temas foram ambiciosos (bem tratados até, pela velocidade pressionadora da reportagem) sem discriminar o nacional do local.

Em 1993 tínhamos uma diretoria com Chico Sant’Anna, Carlos Magno, Fátima Xavier, Jacira Silva, Alexandre Marinho, Marizete Mundim, entre outros. A introdução é daquele que nos devolveu dignidade por ser raiz praticante de tudo que escrevia: nosso Castelinho, Carlos Castello Branco. A revisão e formatação ficaram com o Doyle, e os temas esticaram o arco da abrangência generosa pela ética, o oficial propriamente dito, formação acadêmica, sucursais, jornais desaparecidos (memória), charges e humor, fotojornalismo (grande marca do olhar que pensa), radiojornalismo, telejornalismo, os alternativos (era o termo da época para os que desafiavam o mercadão), o jornalismo sindical, o império dos releases na relação com o poder, o Pacotão (o germe panfletário de luta e prazer da chamada “catigoria”), a história e o papel proativo do Sindicato na construção das tais lutas democráticas e o Jornal de Brasília e o Correio Braziliense pelo peso institucional dessas duas empresas na cidade.

Evidente que as novas relações e a própria dinâmica da história e seus reflexos no fazer jornalístico exigiriam inúmeros focos para continuar essa narrativa. Senti na pele (com imensa honra), por exemplo, dois saltos estéticos e conceituais do Correio Braziliense que já provocariam um capítulo (daí a reflexão que a morte de Fernando instigou): a fase Oliveira Bastos-Fernando Lemos e a fase Noblat-Chiquinho Amaral. Exatamente pelo viés da “desprezada” Cultura, o jornalismo também foi trabalhado como linguagem e estética. E ousadamente, às vezes, criava fatores entre polêmicas e acontecimentos para interferir na cidade e não apenas “cobri-la”. Considerava-se, até como pejorativo, o ser do Caderno 2 como um jornalista de amenidades e entretenimento eventual, “de segunda”. No entanto foi pela reinvenção cultural que os dois saltos muito colaboraram no conjunto das práticas, óbvio, sem abandonar as técnicas clássicas.

Nas atuais fronteiras movediças de redação, diagramação ou design gráfico, mídia impressa, eletrônica, comunitária, expressão individual de blogs e a convergência de tantos suportes, a história do jornalismo feito em Brasília terá outra pauta e outros atores. Mas a base é uma só: nem tudo o que está impresso é jornal, pode ser só tinta borrada de omissão; nem tudo que é clean ou criativozinho é design, é preciso intercorrências concretas entre forma e conteúdo; nem tudo que é messiânico e “puro” vai transformar a sociedade se os discursos não estiverem emprenhados de atitudes comprometidas na vida. Daí que poderíamos retomar a publicação de 1993 (sem louvação imobilizadora do passado) e rever o quadro, agora. Porque um texto medíocre sempre será terrível em papel paupérrimo ou em CD-ROM; uma imagem vazia sempre não dirá nada, apenas enchendo de narcose o hiperespaço de ruído e cor, mesmo em alta definição e assim vai… não existe mau jornalismo. Se não for bom, nem jornalismo é. Boa viagem, Fernando.

Disponível em: http://www.meiaum.com.br/noticias.php?id=219, acesso em 30/06/2012.

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31/05/2012

Sugestão de pesquisa acadêmica, de Eliane Brum

Uma linha de investigação interessante para um livro ou uma pesquisa acadêmica seria entender como a cultura da violência e a relação de promiscuidade de parte dos jornalistas de polícia com os aparatos de repressão da ditadura manteve-se e encontrou novas expressões a partir da retomada da democracia. (ELIANE BRUM – 28/05/2012 10h07 – Atualizado em 29/05/2012 08h09)

 

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2012/05/imprensa-que-estupra-parte-3.html, acesso em 30/05/2012

 

Nós somos inocentes: e o Estado?

‎”As pessoas mais bonitas que conhecemos são aquelas que conheceram o sofrimento, conheceram a derrota, conheceram o esforço, conheceram a perda e encontraram seu caminho para fora das profundezas. Essas pessoas têm uma apreciação, uma sensibilidade e uma compreensão da vida que as enche de compaixão, gentileza, e uma profunda preocupação amorosa. Pessoas bonitas não acontecem por acaso “.

–      Elisabeth Kübler-Ross

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=3361769608724&set=a.1106115618784.2016869.1403604095&type=1&theater, acesso em 30/05/2012

Adriana Villela, em 30/05/2012

Entre as que conheci mais velhas, tem uma que se chama humildade e paciência infinitas de esperanças de que está tudo sempre certo! ainda quando dentro do caos, apoiadas pelo brilho infinito das estrelas de deus… sua inocência, sua dor que aceita, enquanto passa… onde tantos somos só revolta autoritária contra o que nos oprime e força. Entre as pessoas mais bonitas que conhecemos, estão aquelas que conheceram o sofrimento e encontraram seu caminho para fora das profundezas do abismo da perda. Entre as que conheci mais velhas, uma se chama humildade e paciência infinitas. Também conhecida como nossa boa e velha Guiomar. Guiomar… e o seu leite sempre muito, muito bom. Nossa amada, nossa querida, nossa lição de superação das vaidades: a humildade paciente, que sorri com esperança, enquanto espera a divina providência, que há de vir em socorro de nossa verdade cristalina. Nós somos os inocentes: e o Estado… Ah! o Estado… tem tido um comportamento inadissimível e aterrorizador, que ameaça e ofende as leis e os diversos principios básicos de nossos direitos fundamentais: uma ditadura de fato, apenas travestida de democracia representativa. Representativa dos direitos fundamentais de quem, cara-pálida?

NÓS QUEREMOS JUSTIÇA: CHEGA DE DENÚNCIAS INFUNDADAS, QUE TENTAM IMPUTAR AOS INOCENTES AS RESPONSABILIDADES DAS AUTORIDADES POLICIAIS, QUE APENAS CONFUNDEM A OPINIÁO PÚBLICA, COBRINDO DE DÚVIDA E FUMAÇA O DEVIDO ESCLARECIMENTO DOS GRAVES FATOS OCORRIDOS.

Esperamos que a verdade venha e se mostre aos olhos de todos, para que haja luz, paz e segurança retornem logo as vidas de todos nós.

Amém…

REFLEXÃO NECESSÁRIA de Eliane Brum: A imprensa que estupra

A imprensa que estupra

ELIANE BRUM – 28/05/2012 10h07 – Atualizado em 29/05/2012 08h09

A repórter que condenou e humilhou um suspeito não é exceção. O episódio mostra a conivência histórica entre parte da imprensa, da polícia e do sistema penitenciário na violação dos direitos de presos pobres (ou presos e pobres).

(…) Na semana passada, os responsáveis pela condenação e humilhação públicas de um suspeito negro, pobre e analfabeto descobriram que os jornalistas não estão acima da lei. Enfim, uma boa notícia. 

Leia a reflexão completa na Revista Época:

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2012/05/imprensa-que-estupra-parte-1.html


http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2012/05/imprensa-que-estupra-parte-2.html


http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2012/05/imprensa-que-estupra-parte-3.html, acesso em 30/05/2012

 

08/02/2012

OPINIÃO, Comentários Clicabrasilia.com.br

Filed under: Notícias,Para Refletir — by amigosdeadrianavillela @ 0:00

Humberto

Disse em:
05/02/2012 – 00:47

Até pessoas que não trabalham com investigação estão certos que a filha do casal não é a mandante do crime, desde o início o porteiro foi apontado pela Adriana como suspeito. Quando foi preso falou a diversos repórteres que não havia mandante. Depois que passou pra Corvida inventaram um argumento sem fundamento algum, seja material ou científico. Pior, insistem em condenar uma inocente. Isso é no mínimo ridículo.

Sobre a matéria: “Testemunhas da defesa de Adriana tentam (?) desqualificar a investigação”, publicada no JBr, em 04/02/2012.

http://www.clicabrasilia.com.br/site/noticia.php?id=388234, acesso em 07/02/2012

07/02/2012

Quatro testemunhas depõem no caso Villela

Filed under: Notícias,Para Refletir — by amigosdeadrianavillela @ 23:14

Sáb, 04 de Fevereiro de 2012. 04:32:00.

CORREIO BRAZILIENSE | CIDADES (23)

Quatro testemunhas depõem no caso Villela

CRIME DA 113 SUL

Após 50 dias desde a última audiência de instrução, o Tribunal do Júri de Brasília retomou ontem os depoimentos das testemunhas de defesa. Quatro pessoas deram declarações referentes ao assassinato do casal de advogados José Guilherme e Maria Villela, além da empregada da família, Francisca Nascimento da Silva. O crime ocorreu em 28 de agosto de 2009 no Bloco C da 113 Sul. O esclarecimento mais importante foi dado pelo advogado Geraldo Flávio Soares. Ele disse que a ex-chefe da Coordenação de Crimes Contra a Vida (Corvida) Mabel Alves de Faria pediu para ele convencer Paulo Cardoso Santana (um dos réus) a assumir um crime com mandante, em vez de manter a versão de latrocínio (roubo com morte).

Geraldo atua nas cidades mineiras de Montalvânia e Montes Claros, onde o caso passou por uma reviravolta (leia Entenda o caso). No relato, ele disse não ter seguido a tal recomendação. “A delegada me perguntou se eu conhecia o Paulinho e eu disse que sim. Então, ela falou: ‘Doutor, conversa com ele e explica que assumir o crime de mando é mais benéfico que o de latrocínio. Eu não conversei com o Paulinho nestes termos, mas falei que, se tivesse mandante, era melhor ele entregar logo, mas ele respondeu: ‘Ninguém mandou’. Eu e o Leonardo matamos’”, contou o advogado.

Essa última declaração acabou retirada dos autos a pedido da defesa do réu e do promotor Maurício Miranda. Ambos argumentaram que a conversa entre Geraldo e Paulo Cardoso desrespeita o sigilo profissional em razão de a testemunha ser advogada. O juiz Fábio Esteves acatou a solicitação.

Geraldo acrescentou ter informado a delegada Mabel sobre o enriquecimento de um amigo dos réus Paulo e Leonardo Campos Alves. “Conversei com o delegado da região e ele tem certeza de que essa pessoa tem envolvimento nos assassinatos”, afirmou. O suspeito ainda teria escondido um carro em um matagal e, segundo o advogado, o veículo poderia ter sido usado no crime. “Eu falei para ela (Mabel) investigar, mas até onde eu sei ela nem apareceu no local onde estava o carro”, contou.

Miranda disse constar nos autos a investigação em relação ao automóvel. Não teria ficado comprovada aparticipação desse suspeito no crime. A delegada Mabel não foi encontrada ontem pela reportagem. Policiais da 3a DP (Cruzeiro), onde ela atua como chefe, informaram que ela está de férias.

Audiências Também prestou depoimento o delegado adjunto da 8a DP (SIA) Elivaldo Ferreira de Melo. O investigador disse que ouviu formalmente Leonardo Alves quando ele chegou de Montalvânia. Na ocasião, o ex-porteiro foi sempre coerente, tendo só alguns lapsos temporais. “Fui muito incisivo com ele quanto ao nome de Adriana (Villela), e ele negou todas as vezes em que foi perguntado.”

Uma amiga de Adriana Villela destacou o bom relacionamento dela com os pais. O último a falar foi o chefe da Seção de Investigação de Crimes Violentos da 8a DP, Sidney Pacheco. Ele disse que, assim que Leonardo e Paulo foram presos, o ex-diretor da Polícia Civil do DF, Pedro Cardoso, disse que 70% do triplo homicídio tinha sido solucionado e “só faltava encaixar a mandante”. A nova e a décima audiências serão na próxima segunda-feira e em 17 de fevereiro. O último deles contará com o depoimento da delegada Deborah Menezes, titular da 8a DP.

Entenda o caso

Reviravoltas e confusão

As investigações do triplo homicídio ocorrido na 113 Sul ficaram marcadas por várias reviravoltas desde as apurações iniciadas pela 1a DP (Asa Sul), chefiada, à época, pela delegada Martha Vargas. Em três meses de trabalho, houve cinco prisões e nenhuma prova do envolvimento dos então supostos acusados do crime da 113 Sul. Todos foram soltos. A delegada acabou afastada do caso e, em dezembro de 2009, a Corvida assumiu o caso por decisão da diretoria da Polícia Civil do DF. Dias depois, a corporação admitiu falhas na primeira fase. Em seguida, a principal suspeita passou a ser a filha do casal assassinado, Adriana Villela, 46 anos, que acabou presa duas vezes. Em meados de novembro do ano passado, a equipe de investigadores da 8a DP (Setor de Indústrias e Abastecimento) iniciou uma apuração própria, ignorando o trabalho desenvolvido pela Corvida. Os agentes partiram para Montalvânia (MG), onde localizaram e prenderam o ex-porteiro do Bloco C da 113 Sul Leonardo Campos Alves, 44 anos, e o comparsa dele, Paulo Cardoso Santana, 23. Após decisão da direção-geral da Polícia Civil, a 8a DP se afastou do caso, que ficou exclusivamente a cargo da Corvida.

http://www.tjdft.myclipp.inf.br/default.asp?smenu=noticias&dtlh=8418&iABA=Not%EDcias&exp=, acesso em 07/02/2012.

 

 

ISTO É INCRÍVEL!

Embora essa matéria esclarecedora tenha sido publicada no Correio Braziliense de sábado, dia 04/02/2012, já não é possível acessá-la em busca na internet, exceto pelo site o TJDF e de um blog, que a reproduziram. Como é isso? Algum tipo de “censura” política?

Os interessados em manter essa farsa construída com o apoio de uma imprensa irresponsável, em detrimento da segurança e do interesse público, se sobrepõe a direitos fundamentais do cidadão – direito à informação, à ampla defesa, a um julgamento justo, a não ser acusado sem provas, à honra, ao nome, entre outros. Ignoram solenemente diversos incisos do artigo 5o da nossa democrática Constituição Federal, de 1988.

Em nome do que todos queremos saber? Do “direito” a livre prática dos crimes de calúnia e de difamação pública?

Aos poucos, a verdade vem surgindo inexorável, feito a alvorada raiando. Esperamos a  investigação e a punição exemplar de todos os que tem se empenhado em obstruir o esclarecimento desse crime, partícipes da farsa orquestrada pela Corvida, com o apoio de tantos outros interesses escusos a solta em nossa cidade, para o terror dos cidadão de bem. Todos que somos vítimas de bandidos de todo tipo: assaltantes e “investigadores”, mais interessados em sua autopromoção pessoal pela farsa, do que pelo esclarecimento da verdade.

Para estes basta o trabalho de PARECER ter dado uma resposta à sociedade, o espetáculo, sem conteúdo ou relação com a realidade. Não importa se, para atingirem essa falsa aparência de eficiência, “precisarem” prejudicar inocentes e inocentar os verdadeiros culpados.

E ainda chamam isso de polícia?! do mesmo tipo da que faz terrorismo contra os cidadãos baianos para que sejam atendidas suas reivindicações políticas?! do tipo que faz chantagem com os homens públicos para obter todo tipo de cargos, vantagens políticas e pessoais?! que medo!!

Será que tem algo de podre nesse reino??!?? E olha que nem é a Dinamarca!

“Olhem bem”,  disse a criança que assistia ao desfile: “O Imperador está nú!”

24/11/2011

BUROCRACIA E INEFICÁCIA – O sistema de investigação criminal no Brasil

Filed under: Para Refletir — by amigosdeadrianavillela @ 19:26
leiam artigo interessante:
http://www.observatoriodedefesa.com.br/home/?p=1290

O sistema de investigação criminal no Brasil – JUSNAVEGANDI – Elaborado em 10.2009

SAMI ABDER RAHIM JBARA EL JUNDI

AUTOR: Sami A. R. J. El Jundi – . Master of Science em Medicina Forense, Especialista em Toxicologia Forense, Coordenador do Curso de Especialização em Direito Médico da Verbo Jurídico, Professor do Master en Medicina Forense da Universitat de Valencia – Espanha

RESUMO: o autor faz uma análise do sistema de investigação criminal no Brasil, como parte do sistema maior de justiça criminal, utilizando como marco alguns crimes de grande repercussão nacional e não resolvidos até o momento. São discutidos aspectos relativos à adequação do sistema inquisitorial brasileiro às demandas da moderna investigação criminal, incluindo o treinamento de policiais, os recursos técnicos e periciais, a excessiva burocratização do inquérito policial e a limitada incorporação de tecnologia em nosso meio. No decorrer do texto, o autor aponta diversos recursos da moderna investigação criminal, não utilizados em nosso meio e tece considerações sobre o papel do assistente técnico na garantia real da ampla defesa do acusado.
Palavras-chave: justiça criminal, investigação criminal, Código de Processo Penal, perícia criminal, perícia médico-legal, inquérito policial.

Disponível em:

http://jus.com.br/revista/texto/13795/o-sistema-de-investigacao-criminal-no-brasil

Acesso em 14/11/2011

Leia também:

http://www.artigos.com/artigos/sociais/direito/o–sistema–acusatorio–e—seus—requicios—inquisitoriais.-1652/artigo/

19/11/2011

A VERDADE SURGINDO… “qual o limite para se buscar a verdade?”

Filed under: Depoimentos,Notícias,Para Refletir — by amigosdeadrianavillela @ 5:30

AUDIÊNCIAS DE INSTRUÇÃO, em 17/11/2011

 Da Redação – observatoriodedefesa.com.br

“até que limite iremos para buscar a verdade?”

Aos poucos a verdade começa a surgir. Em mais uma audiência hoje pela manhã noTribunal do Júri do Distrito Federal sobre o caso da 113 sul, um advogado de Montalvânia, Fabrízio Falcão Dornelas, depois de se comprometer a dizer a verdade, declarou que foi chamado na sua residência, por volta da sete da noite, pelo delegado da cidade no dia da prisão de um dos assassinos do casal Vilella e de Francisca, para ir até a delegacia, pois lá se encontrava preso Paulo… mais conhecido por “Paulinho”, de quem Fabrízio era advogado do réu em outro processo.

Lá chegando Fabrízio foi apresentado à delegada Mabel da Corvida, que disse a ele que o Paulo não queria falar com ninguém. Mabel então pediu a ele, que “convencesse o Paulo a confessar crime de mando e não de latrocínio , pois a pena seria menor, e que falasse a ele das vantagens que essa confissão iria lhe trazer”. Fabrízio foi bem claro na sua afirmação, o que deixou indiginado o promotor Maurício Miranda que imediatamente tentou desqualificar o testemunho da defesa. Dizendo que ele estava trazendo questões da privacidade do mesmo com o então seu cliente, Paulinho. Falando alto e no mesmo momento que a testemunha, Miranda se descontrolu. O advogado de Adriana tomou a palavra e em alto e bom som, afirmou que o advogado trazia ali um fato da “maior gravidade”. Segundo ele, essa afirmação deixava claro a atitude da então delegada da Corvida..

Depois de muito bate boca, o defensor público dos outros réus, afirmou que se tratava de apurar e esclarecer os procedimentos adotados pela doutora Mabel na condução do caso, e não de saber detalhes entre o acusado e o seu advogado.

Miranda, quase fora de si, insistindo em que aquela grave denúncia não deveria entrar nos autos, acabou declarando uma frase  carregada de significados “ até  que limite iremos para buscar a verdade”?  O curioso é que sendo um homem da lei e da Justiça deveria defender que a busca da verdade  e o esclarecimentos dos fatos não deve ter limites, pelo contrário, a verdade traz em si as prerrogativas de não se contentar em ser limitada ou violentada para  o bem da Justiça e de toda a sociedade. Logo em seguida a audiência foi suspensa para um intervalo de 50 minutos.

14/09/2011

Danos irreparáveis – Alexandra Reschke

Filed under: Depoimentos,Para Refletir — by amigosdeadrianavillela @ 23:07

Algumas categorias de pecados e danos irreparáveis, até mesmo Jesus considerava imperdoáveis, porque impossíveis de serem punidos pela irreversibilidade do mal cometido.
Assim considero a perversidade com que minha amiga, inocente e dolorosamente privada da companhia de seus pais e empregada, vem sendo caluniada de forma obsessiva e maligna.
O dano causado a sua vida é irreversível, em que pese acreditarmos na justiça que reconhecerá sua inocência.
Mesmo assim, oramos para que pela Graça Divina haja arrependimento e libertação da alma daqueles que engendraram essa falsa acusação – que percebam a dignidade de reconhecerem o erro e o dano, para assim se reencontrarem com sua própria humanidade.
Assino, Alexandra Reschke

TV Record – Entrevista Guiomar Barbosa, 09/set. 2011

Filed under: Notícias,Para Refletir — by amigosdeadrianavillela @ 23:04
GUIOMAR: assistam video com a entrevista no site:

Ex-diarista dos Villela vai processar polícia


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